ÚLTIMAS NOTÍCIAS / Experiência do usuário será crucial para netbooks e tablets
Com mais capacidade, sucessores do eeePC já podem ser considerados computadores de verdade. Com a concorrência das pranchetas digitais, o futuro ainda é incerto
Segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
 
 

O surgimento dos netbooks, em 2007, foi um marco na computação móvel. Mas só agora o netbook alcançou o status de computador de verdade. Variantes equipadas com o chip Ion, da Nvidia, deram inclusive a eles a capacidade de rodar vídeos em alta definição. A essa altura, no entanto, o desenvolvimento da tecnologia parece colocar o desenvolvimento desses aparelhos nua encruzilhada: os nebooks vão continuar a crescer ou o caminho da indústria agora passa por tablets, como o iPad e o prometido Slate, da HP?

Os netbooks – que surgiram como uma nova categoria no mercado no lançamento do eeePC, da Asus, há menos de três anos – ainda têm espaço principalmente por causa do fator custo-benefício. São aparelhos portáteis e competentes e que custas menos do que um smartphone de primeiro time. Mesmo a combinação netbook/smartphone é imbatível se levarmos em conta preço e usabilidade.

No caso dos tablets, a situação muda radicalmente. Pode não parecer, mas esse gadget é coisa antiga. Mesmo antes do Windows 95 já existiam tablets à venda, mas a aceitação sempre foi dificílima. Os UMPCs (Ultra Mobile PCs) também não fizeram sucesso, mesmo sendo bastante poderosos. O problema era a usabilidade: não adianta nada encolher um PC, colá-lo a um monitor sensível ao toque e esperar que o consumidor aceite-o.

Se a experiência de uso não for excepcional, muita gente vai preferir a interface clássica, teclado e mouse/trackpad, para operar o computador. Alguns fabricantes inclusive mesclaram o conceito do notebook/netbook comum com uma tela sensível ao toque, mas a dificuldade de uso sepultou a ideia.

Só um sistema operacional ou pelo menos uma interface feita sob medida para tablets pode convencer o usuário a utilizar o equipamento. E até agora, apenas a Apple, com o iPad, e a Le­­ novo, com o Hybrid, mostraram que isso é possível. O iPad utiliza a mesma interface conhecida no iPhone, que é conhecida e bem-sucedida entre os usuários. O Hybrid usa uma versão do Android – outro sistema já testado entre os usuárs de smartphones, com boa aceitação até agora – feita sob medida para telas sensíveis.

Se oferecerem boa usabilidade, esses aparelhos devem conseguir uma sobrevida de pelo menos 5 anos. Depois disso, é inevitável a mescla de tablets e smartphones em um produto só, seja um smartphone com tela expansível ou um tablet dobrável.

 

Fonte: Fred Leal e Jocelyn Auricchio, da Agência Estado

 
 
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